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Mostrando postagens de junho, 2018

CONFISSÃO - PART II

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                        Outra vez bêbado. Outra vez madrugada e mais uma vez em tempos para se pensar. Do outro lado há alguém para nós? Existe uma ligação que dure mais que alguns dias, meses ou anos juntos? A sensação dessa madrugada, as 3 da manhã, com uma taça de vinho, é apenas a de saudade e aceitação. Aceitar que ciclos tem começo, meio e fim. Mas o fim é tão ruim quando chega, não é? As vezes nossos pensamentos escapam por entre nossas mãos. E vai de encontro a tudo e o nada. Eu realmente me apeguei ao passado, a um saudosismo excessivo e desnecessário. Aos poucos aprendo a seguir em frente, lembrando que coisas ficam para trás. É uma coisa natural da vida. E se fosse só sentir saudade, só que sabemos que tem sempre algo mais. Independente da forma que for. Estamos sempre em e m caminho que tudo se encaixa e pessoas vem e vão, nos apaixonamos mas também nos decepcionamos. Um dia está junto com alguém, compartilhand...

O DIA EM QUE O FUP SUBIU NO TELHADO!

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“Puta que pariu. Que merda” eu disse batendo e chacoalhando o aquário. Em vão, ele se foi para sempre. Mais um indo embora da minha vida. Parei um momento analisando aquilo tudo. Estava comigo há mais de três anos. Muito para um peixe, eu acho. Oh, que grosseria minha. Nem o apresentei. Seu nome era: Fup! Isso mesmo, escrito dessa maneira. Era um peixe maravilhoso, conhecido com o peixe beta, ou o peixe solitário. O escolhi como mascote, justamente por isso, ser solitário. É o que sou, o que montei para mim. E dois solitários juntos, é uma coisa sincera e verdadeira de se ver. O nome, engraçado mencionar, foi tirado de um livro homônimo onde conta a história de Jonathan “miúdo” que, após ser adotado pelo seu  Vovô Jake após a  morte  seus pais, é obcecado por construir cercas e por caçar um  porco  do mato chamado Cerra-Dente.  Sua vida é pacata, calma e sem maiores afazeres. Um dia, encontra um pato muito pequeno dentro de um buraco de mourão de cerca r...